Se, após a folia, sobra o cansaço o desconforto, você não está sozinho. A combinação de álcool, calor e pouco descanso cobra seu preço e, por isso, uma pergunta comum aparece nesta época: como curar a ressaca pós-carnaval?
A resposta, segundo nutricionistas, está na alimentação. Confira sete alimentos que podem ajudar a superar os efeitos do álcool.
7 alimentos para curar a ressaca pós-Carnaval

Segundo a nutricionista Rhaielly Fereguetti, do Hospital São José, o álcool é um potente diurético, o que leva à desidratação e à perda de eletrólitos.
Dessa forma, a prioridade deve ser a ingestão adequada de água, associada à reposição de eletrólitos, especialmente sódio, potássio e magnésio.
Rhaielly Fereguetti, nutricionista do Hospital São José e preceptora do curso de Nutrição do Unesc
Outros aliados na hora da ressaca são:
- Água de coco: além de auxiliar na hidratação, contribui para a reposição de minerais como sódio e potássio. Os níveis de potássio tendem a ser reduzidos após o consumo de álcool.
- Banana: além de ser um alimento prático, também é rica em potássio, ajudando a regular os eletrólitos e a reduzir a fadiga.
- Frutas cítricas: são ricas em vitamina C e possuem propriedades antioxidantes, essenciais para a eliminação de toxinas e para uma recuperação mais rápida do organismo.
- Chá de gengibre: pode ser utilizado para amenizar a náusea e outros sintomas gastrointestinais comuns da ressaca.
- Chá de hortelã: possui efeito semelhante ao do gengibre, além de ajudar a melhorar o mau hálito causado pelo consumo de álcool.
- Macarrão: é fonte de carboidratos de rápida absorção, por isso, auxilia na melhora da prostração, da náusea e do desconforto estomacal.
Quais alimentos evitar durante a ressaca

Tão importante quanto a lista de alimentos que ajudam é a lista dos que evitar, segundo a nutricionista Julia Siquara, do Hospital Santa Rita. “Durante a ressaca, alguns alimentos podem piorar os sintomas causados pelo álcool”, explica.
- Frituras, preparações gordurosas e alimentos muito condimentados: eles irritam a mucosa gástrica, agravando náuseas e o desconforto abdominal, enquanto o excesso de açúcares simples pode provocar oscilações glicêmicas, aumentando a fadiga e a dor de cabeça.
- Cafeína em excesso: tende a intensificar a desidratação e sintomas como ansiedade e cefaleia.
- Sal em excesso: também interfere negativamente nesse quadro, pois favorece o aumento da sede e pode agravar a desidratação já provocada pelo álcool. “Embora a reposição adequada de líquidos e eletrólitos seja importante para a recuperação, o excesso de sal, especialmente quando proveniente de alimentos ultraprocessados como linguiça, salsicha, bacon e presunto, aumenta o mal-estar e, por isso, também deve ser evitado”, complementa.




















































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