O senador do Espírito Santo, Marcos do Val (Podemos), afirmou nesta quinta-feira (7) ao jornal ‘O Estado de São Paulo’, ter recebido R$ 50 milhões em emendas do chamado Orçamento Secreto, como suposta “gratidão” à eleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a presidência do Senado. Ele é o primeiro parlamentar a admitir publicamente o acordo.
Na entrevista, Marcos do Val disse que “o critério que ele [Pacheco] colocou para mim foi o critério de eu ter apoiado ele enquanto outros não apoiavam”, e que só soube se tratar de R$ 50 milhões após a eleição do senador mineiro à presidência, em fevereiro de 2021. O parlamentar do Espírito Santo disse que não negou o valor (ele argumenta ser até “demais” para o seu estado), mas que ainda não sugeriu destinações para a verba. O acordo teria sido costurado pelo antecessor de Pacheco na cadeira, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Marcos do Val indica, na entrevista ao Estadão, ter comunicado o fato ao Ministério Público Federal.





















































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